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Quinta-feira 23 de Novembro de 2017    
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O Interesse Nacional, a Política Externa Portuguesa e as Ideologias (2009)
DisLivro

Autor: António de Sousa Lara

Em boa verdade, os dois estudos que compõem este trabalho foram elaborados separadamente, mas ambos no âmbito de trabalhos universitários. O segundo, como ficará dito, constitui peça de um concurso para professor associado; o primeiro, aparece como a primeira parte de um resumo de lições teóricas introdutórias à disciplina de “Ideologias” do curso conducente ao Mestrado em Relações Internacionais do ISCSP. São matérias que tentei tratar com economia de frases, mas com preocupação criativa. O resultado, como sempre discutível, procura ter interesse fundamentalmente pedagógico embora se destine a ultrapassar as fronteiras da Academia Assim começava o meu estudo sobre as temáticas das Ideologias e da Política Externa Portuguesa, escrito no já longínquo ano lectivo de 1989/90 que corresponde ao fim da chamada “guerra fria”. Relendo-o hoje, volvidas duas décadas tão tumultuosas e ricas em eventos como as que passaram, reparo na actualidade de muitas das suas análises e proposições. Daí a sua reedição anotada e pontualmente adaptada, acompanhada de umas terceira e quarta partes em que se actualiza o tema de uma forma mais apologética, como estava prometido e não cumprido. António C. A. de Sousa Lara ÍNDICE DE MATÉRIAS I. PREFÁCIO da 1ª Edição II. INTRODUÇÃO 1ª parte | Ideologias 1. Metodologia 2. Ideologia de Estado e ideologia de Governo 2.1) A Ideologia de Estado 2.2) A Ideologia de Governo 2.3) A Ideologia como Conceito 3. Níveis ideológicos na sociedade política 4. A produção da Ideologia 5. Nova Época Ideológica 6. A actualidade das Ideologias 6.1) A apatia política 6.2) O surto nihilista 6.3) A convergência ideológica 6.4) O cosmopolitismo e a globalização 6.5) A racionalização da política 6.6) Uma época de consenso 2ª parte | A Política Externa Portuguesa (elementos para o seu estudo e ensino) 1. Apresentação e objectivos 2. Enquadramento Material da Política Externa Portuguesa 2.1) Enquadramento geopolítico 2.2) Enquadramento histórico 2.2.1. Afirmação da Nacionalidade 2.2.2. O Sonho Português de Hegemonia Ibérica 2.2.3. A Mobilização Nacional Perante as Ameaças Externas 2.3) Enquadramento social 3. Instrumentos da Política Externa e o caso português 3.1) Enquadramento jurídico-constitucional 3.2) As estruturas especializadas da política externa portuguesa 4. Enquadramento Político da Política Externa Portuguesa 4.1) A conjuntura actual 4.1.1. A Conjuntura Internacional 4.2) Ideologia de Estado e Política Externa 4.3) Ideologias de governo e Política Externa Portuguesa 5. Opções políticas na Política Externa Portuguesa 3ª parte | Um Mundo que Mudou 1. O “Inverno demográfico” 2. Crise ambiental e a politização da Ecologia 3. O fim do Estado providência, a vitória do neo-liberalismo e o interregno keynesiano 4. O nascimento de uma nova ideologia: a “Governance” e o fim da democracia liberal 5. A teoria da sustentabilidade 6. O novo lumpen e o respectivo feudalismo urbano 7. O exemplo da OCDE 8. Os novos pobres e o fosso da morte 9. Os marxistas tinham razão 10. Um ataque aos Estados 11. A destruição do elemento “povo” 12. Estados falhados: um conceito imperialista e etnocêntrico 13. A criação de Estados estruturalmente dependentes 14. Da ortopolítica à correcção política 14.1) A longa marcha da ortodoxia política 4ª parte | O Interesse Nacional, a Política Externa Portuguesa e a verdadeira causa da Decadência dos Povos Peninsulares 1. Introdução 2. O ataque aos Estados 3. A questão das elites 4. A esquerda, a direita e o regime vigente 5. A nova estrutura das classes sociais 6. A questão da legitimação 7. A Crise de 2008 8. A resistência diferencial ibérica 9. O interesse nacional e a sua definição 10. A verdadeira causa da decadência dos povos peninsulares 11. O óbvio e o não óbvio nas políticas externas peninsulares 12. Epílogo: A continuidade sem evolução

 

 
ISBN : 978-989-639-115-7
Preço: € 10,09

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